Pra que aprender a andar se o que mais quero é correr?
Escrito por Renata (Rida) às 18h18
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Vezemquando vem uma tristeza sem motivo, suor frio, boca seca, perigo
Quandoemvez há um porquê, mas a boca não quer falar
Quasesempre a gente cansa de sentir isso, mas não sabe se muda de pensamento ou de lugar
Sempreagora é algo que nunca existe ou até existe, mas a gente cansa de experimentar
Nuncanada é aquilo que até existe, mas faz sofrer tanto que a gente cansa de lembrar
Talvezquemsabe é a incerteza cruel que desespera e engole a sanidade de um ser
Tudoagoraemaisumpouco é meu desejo que sempre aconteça, mesmo que acabe comigo
15/03/07
Escrito por Renata (Rida) às 18h17
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penso com
a
alma
crua
despida
escrevo com
a
carne
dura moída
Escrito por Renata (Rida) às 16h43
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Outonal
deve-se fazer murchar
certos sonhos
para que tornem
a nascer
muitos não sabem
jamais vão saber:
deve-se despetalar
certas flores
para que tornem
a crescer
Escrito por Renata (Rida) às 16h43
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Minha alma não tem cor.
Penso mil coisas, só sei falar de amor.
Conheço muitos caminhos, nunca sei pra onde vou.
Escrito por Renata (Rida) às 16h42
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percorro caminhos
que mesma trilho
sigo o destino
que escrevo em papel-brilho
e pinto de vermelho-sangue
antes que o que penso se mande
e fique tudo por aí
Escrito por Renata (Rida) às 16h41
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Cai a noite
Cai o pano
Cai a máscara.
O que resta?
O vazio.
O áspero.
O nada.
Escrito por Renata (Rida) às 16h39
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vomito palavras com a certeza de ter de volta a leveza dos que nada sentem
escarro dor com a intenção de fechar a ferida aberta pelos que mentem
cuspo no chão o desespero que insiste em me atormentar
piso na angústia que teima em me sufocar
para poder me encontrar depois de te perder
para poder decifrar o que não consigo entender para poder esquecer o que me faz sofrer
Escrito por Renata (Rida) às 16h38
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em fases de inverno
queima o frio eterno
da solidão
perco pedaços
de alma no outono
e como árvore
fincada no chão
renasço nas primaveras brilho a cada verão
Escrito por Renata (Rida) às 16h37
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Quero ser seu sócio
Seu ócio
Seu cio
Quero ser seu fio
Condutor
Escrito por Renata (Rida) às 16h34
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"Enquanto palavras forem meu alimento, não sentirei fome, nem sede, nem frio, apenas essa sensação de saciedade - que já se desfaz diante de um novo texto, um novo livro, do conhecimento de que se compõe meu próximo alimento. Pois minha carne é feita de histórias e sonhos; meu sangue, das letras que devoro. Faminta do saber, do aprender com que construo meus dias e uma vida dedicada à palavra." http://www.ipsislitteris.blogger.com.br/
Escrito por Renata (Rida) às 12h42
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Para este vazio não há palavras
Só o silêncio que teima Em gritar dentro de mim
Escrito por Renata (Rida) às 16h41
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“…sabe que o meu gostar por você chegou a ser amor pois se eu me comovia vendo você pois eu acordava no meio da noite só para ver você dormindo. Meu Deus como você me dói vez em quando. Eu vou ficar esperando você numa tarde cinzenta de inverno bem no meio de uma praça então os meus braços não vão ser suficientes para abraçar você e a minha voz vai querer dizer tanta mas tanta coisa que eu vou ficar calado um tempo enorme só olhando você sem dizer nada… só olhando olhando e pensando meu Deus ah meu Deus como você me dói de vez em quando”. Caio Fernando Abreu
Escrito por Renata (Rida) às 14h30
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ah, vã criatura! coisa alguma há em ti que valha minhas escrituras
Escrito por Renata (Rida) às 11h03
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e pensar que espinho é coisa que passa e não desarvora
Escrito por Renata (Rida) às 11h03
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